Campanha:
Perseguidores de Ruínas:
Prólogo
Há sim... aqueles eram dias gloriosos. Não que poderia
se dizer que Peter era um mercenário. Não, de fato não o era.
Mas era um valoroso espadachim ansioso por aventura e tesouros.
Era uma bela noite, aquela, mas ao dormir teve sonhos com
grandes aventuras e glórias. Pela manhã, ao acordar recebera o
chamado de um moleque, um garoto de recados de Derrendor.
Já não estava sozinho aquela manhã, caminhava com um ladino,
seu amigo de infância. A mensagem dizia que eles deveriam se
encontrar com Derrendor um poderoso mago.
Peter aceitou a missão de pronto. Embrenhou-se em uma densa
e perigosa floresta. Para seu espando uma terrível cobra gigante
os espreitava. Agil como um gato Peter adentrou uma moita e sem
que seus amigos nem se dessem conta combateu-a até sua morte.
Conquistando um belíssimo couro de cobra.
Todavia seu amigo o abandonou ainda dentro da floresta. Ao
alcançar a casa do misterioso Derrendor este o fez reencontrar
seu amigo Devon. Sairiam então em busca de algo muito precioso:
A orbe mágica. E assima começa a saga de Peter.
Capítulo I - Parte I
Não era uma boa noite para Peter !
Após enfrentar uma orda de Orcs em Stord e ser derrotado,
Peter, o espadachim e seu aliado Devon, o paladino, recuam
para as Montanhas de Cristais.
Ali o clima ameno daquela cadeia de montanhas os protegem,
aquelas que são a última barreira contra o inferno conhecido
como Terras secas.
Capítulo I - Parte II
Certos de que poderiam derrotar os Orcs se estivessem melhor
preparados armam um plano.
Mas aquelas eram épocas incertas. E eis que o Paladino decide
insensatamente partir sem aviso na noite fresca.
No outro dia ao perceber a besteira que o paladino realizara,
parte obstinadamente para aquela cidade que outrora fora o orgulho
dos anões. Antes porém descobre que a montaria sagrada daquele
estava ali para auxiliá-lo, o que tornava mais certo que alguma
tragédia deveria ter ocorrido. Chegando na cidade percebe que os
Orcs foram derrotados, mas não sem um grande custo para os anões.
A devastação era grande. Lá anãs que restaram ajudavam os poucos
maridos sobreviventes a andar de um lugar para outro e os que ainda
se garantiam sozinhos reconstruíam a cidade.
Capítulo I - Parte III
Peter então descobre que Devon desapareceu, provavelmente raptado
por Orcs, e toma para si a missão de salvá-lo. Conhece um elfo com
o qual não tem muita empatia, e, após paga-lo para ser seu guia,
empreende com ele e um mago chamado Auron uma aventura ao coração
das terras secas, onde esperava um dia reencontrar Gaziel.
Após uma terrível viagem chegaram a um templo tenebroso. Adentraram-no
com coragem e convicção !
Lá encontram um enorme salão pouco iluminado e com vitrais.
Enquanto caminhavam, Jundi, o Elfo, acidentalmente toca em uma das várias teias.
Após um feroz combate Peter com auxílio de Jundi, o elfo, mata a aranha.
Todavia, em um arroubo de tolice decide subir pela teia atrás dos tesouros de
anventureiros mortos e capturados por aquelas aranhas, mas fica preso em sua teia.
Passando de caçador para presa quase é devorado pelas crias daquela que
acabara de derrotar, perto da morte é salvo por Jundi. E o que era uma inimizade
certa transforma-se em uma insipiente amizade.
Ainda assim decidem se separar para o bem da missão, Peter destemidamente
segue para o alto do tempo, onde crê que haveriam mais tesouros e também mais
perigos.
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